Life

“A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida”

                                                                                                                    Vinícius de Moraes

” Tudo é mais fácil quando se está a olhar pelo espelho retrovisor.”
                                                                                                       Warren Buffett

Pois há que ser optimista e como diz o meu pai: Para a frente é o caminho. O que já lá foi, lá foi e não há volta a dar. E sim, nós somos miúdas giras, inteligentes e capazes. E o anexo da revista Sábado da semana passada sobre escolhas de cursos superiores só me veio alegrar ainda mais um pedacinho a vida. Pessoas de sucesso que trabalham fora da sua área inicial de formação. O curso é um trampolim para a vida, significa que tu és capaz de alguma coisa porque estiveste ali cinco anos a queimar neurónios, mas conseguiste alcançar os objectivos a que te propuseste. A partir daqui é dedicares-te a qualquer coisa com todas as tuas forças, aceitando a incerteza e o risco que tudo isso acarreta. Assim é a vida: a arte do encontro, embora haja tantos desencontros. Viaja muito e encara isso como parte da tua formação, vê e ouve outras pessoas e outras culturas, outros estilos e outros pensamentos.

E sim, há que ser feliz e optimista dia a dia. Mandar este pessimismo negro que nos anda aqui a rondar e aproveitar o bom de saborear um fino na esplanada ao fim da tarde, o cheiro bom do protector solar e a sorte de poder ir à praia e dar um mergulho a dois passos de casa.

Sim, a vida é curta e a felicidade constrói-se dia a dia com pequeninas coisas que enchem o coração.

PS – E para completar este post tão bonito não consigo pôr nenhuma fotografia e tou quase a mandar a porcaria do computador para o chão! Raios parta! :P

Mudar de post

Porque o último post me irrita solenemente, apesar de verdadeiro…M desculpa mas tive que vir pôr aqui alguma coisa alegre, alguma coisa bonita e alegre. Porque dificuldades à parte nós somos bonitas e alegres, porque temos coisas boas para celebrar, porque ambas sabemos bebericar um martini na cozinha e apreciar o fresquinho de ter o dedão de fora e sorrir só com isso…

Melhores alturas virão e mudar pode ser bom e ficar na mesma pode ser bom e de uma maneira geral tudo pode ser bom…E deixo a minha tromba aqui, imagem de um dia feliz e sereno, em que me deitei na relva e tudo me pareceu perfeito..

O dinheiro, o maldito dinheiro

Os pais deviam ensinar aos seus filhotes que nada sabem deste mundo ranhoso que o dinheiro é um bem essencial e indispensável. Qual cena de amor e uma cabana que isso só te dá é dores nas costas e uma cambada de putos chorões e esfomeados. E depois como é que os alimentas e mandas para a escola, hã? hã?

Pois é, andamos aqui as duas nestas conversas diárias porque a realidade é esta mesmo. Vamos pôr um DIU, porque azares nesta altura do campeonato não podem acontecer, e vamos esclarecer aos filhos dos nossos amigos e aos nossos sobrinhos que bom mesmo é um trabalhinho que te encha a carteira. Se estás contente isso já lá vem com o tempo. Ninguém há-de ser mãe de família por estas bandas e havemos de ser umas pé-rapado sem saber o que fazer a cada seis meses!!!

É triste isto assim dito, mas é a realidade nua e crua como se gosta.

;))

Porque na realidade somos duas camelas….
Ahahahahahahahhahaha
Isto de mudar o look dá muito trabalho e ainda não acertámos na coisa…mas continuamos por cá…Sempre muito amiguinhas, com alguns problemas na formatação e em aceitar (ou não) os comentários que para aqui enviam.. que por algum motivo não consiguimos pôr visíveis…

Continuem a tentar que nós também…

Estou cheia de piada….

The nothing song

Sozinha. Sentada. Bebo. Oiço. Recordo.

Ultimamente não tenho escrito, volta e meia lembro-me. Tenho vontade, mas não me sai nada das mãos, nem da imaginação. Para escrever agora, seria simplesmente que tenho saudades tuas, Maria, saudades nossas, tenho saudades de partilhar as coisas boas que me foram chegando (outra das coisas sobre as quais me apetece escrever!). Tenho saudades de partilhar o que me vai na tola, aquelas coisas parvas, que nem baixinho dizemos sozinhas.

Saem-me borboletas pela boca … E  apesar de todas as preocupações que me acompanham, da tristeza que espreita entre os dias e dos vários fins que conheci, encontro naqueles  braços um dia de praia, um refúgio, uma luz.


 

A felicidade exige valentia.

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Fernando Pessoa – 70º aniversário da sua morte

Vejo na sombra do quarto o meu cabelo desalinhado, os meus pés caídos para fora da cama…calor…muito calor. Não sei se é o meu corpo que vejo ou a minha alma naquele reflexo. Mas ele ri-se, o meu corpo ri-se cansado. Cansado do que já viveu e do que ainda lhe falta viver. Cansado de querer adivinhar o futuro e de andar espalhado. 

Espalhado pela cama, espalhado pelos pensamentos, corpo e pensamento distantes. E é pegar neles um a um e ver que história contam, o que conta a minha mão, este fio de cabelo solto, este pé, este dedo, o  que conta este pensamento cheio de azul e o outro lilás. E é pegar neles um a um e colar com a minha saliva, colar com o meu suor, colar com os meus suspiros e risos.

E é voltar a sentir o meu corpo vivo, junto a outro.

Sinto-me como um grão de areia. A maré pode-me arrastar ou o vento pode-me levar.

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Life

Jul. 1, 2009 No Comments

“A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida”

                                                                                                                    Vinícius de Moraes

” Tudo é mais fácil quando se está a olhar pelo espelho retrovisor.”
                                                                                                       Warren Buffett

Pois há que ser optimista e como diz o meu pai: Para a frente é o caminho. O que já lá foi, lá foi e não há volta a dar. E sim, nós somos miúdas giras, inteligentes e capazes. E o anexo da revista Sábado da semana passada sobre escolhas de cursos superiores só me veio alegrar ainda mais um pedacinho a vida. Pessoas de sucesso que trabalham fora da sua área inicial de formação. O curso é um trampolim para a vida, significa que tu és capaz de alguma coisa porque estiveste ali cinco anos a queimar neurónios, mas conseguiste alcançar os objectivos a que te propuseste. A partir daqui é dedicares-te a qualquer coisa com todas as tuas forças, aceitando a incerteza e o risco que tudo isso acarreta. Assim é a vida: a arte do encontro, embora haja tantos desencontros. Viaja muito e encara isso como parte da tua formação, vê e ouve outras pessoas e outras culturas, outros estilos e outros pensamentos.

E sim, há que ser feliz e optimista dia a dia. Mandar este pessimismo negro que nos anda aqui a rondar e aproveitar o bom de saborear um fino na esplanada ao fim da tarde, o cheiro bom do protector solar e a sorte de poder ir à praia e dar um mergulho a dois passos de casa.

Sim, a vida é curta e a felicidade constrói-se dia a dia com pequeninas coisas que enchem o coração.

PS – E para completar este post tão bonito não consigo pôr nenhuma fotografia e tou quase a mandar a porcaria do computador para o chão! Raios parta! :P

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Mudar de post

Jun. 30, 2009 No Comments

Porque o último post me irrita solenemente, apesar de verdadeiro…M desculpa mas tive que vir pôr aqui alguma coisa alegre, alguma coisa bonita e alegre. Porque dificuldades à parte nós somos bonitas e alegres, porque temos coisas boas para celebrar, porque ambas sabemos bebericar um martini na cozinha e apreciar o fresquinho de ter o dedão de fora e sorrir só com isso…

Melhores alturas virão e mudar pode ser bom e ficar na mesma pode ser bom e de uma maneira geral tudo pode ser bom…E deixo a minha tromba aqui, imagem de um dia feliz e sereno, em que me deitei na relva e tudo me pareceu perfeito..

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Os pais deviam ensinar aos seus filhotes que nada sabem deste mundo ranhoso que o dinheiro é um bem essencial e indispensável. Qual cena de amor e uma cabana que isso só te dá é dores nas costas e uma cambada de putos chorões e esfomeados. E depois como é que os alimentas e mandas para a escola, hã? hã?

Pois é, andamos aqui as duas nestas conversas diárias porque a realidade é esta mesmo. Vamos pôr um DIU, porque azares nesta altura do campeonato não podem acontecer, e vamos esclarecer aos filhos dos nossos amigos e aos nossos sobrinhos que bom mesmo é um trabalhinho que te encha a carteira. Se estás contente isso já lá vem com o tempo. Ninguém há-de ser mãe de família por estas bandas e havemos de ser umas pé-rapado sem saber o que fazer a cada seis meses!!!

É triste isto assim dito, mas é a realidade nua e crua como se gosta.

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;))

Jun. 19, 2009 No Comments

Porque na realidade somos duas camelas….
Ahahahahahahahhahaha
Isto de mudar o look dá muito trabalho e ainda não acertámos na coisa…mas continuamos por cá…Sempre muito amiguinhas, com alguns problemas na formatação e em aceitar (ou não) os comentários que para aqui enviam.. que por algum motivo não consiguimos pôr visíveis…

Continuem a tentar que nós também…

Estou cheia de piada….

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Mar. 13, 2009 No Comments

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Sozinha. Sentada. Bebo. Oiço. Recordo.

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Oct. 22, 2008 2 Comments

Ultimamente não tenho escrito, volta e meia lembro-me. Tenho vontade, mas não me sai nada das mãos, nem da imaginação. Para escrever agora, seria simplesmente que tenho saudades tuas, Maria, saudades nossas, tenho saudades de partilhar as coisas boas que me foram chegando (outra das coisas sobre as quais me apetece escrever!). Tenho saudades de partilhar o que me vai na tola, aquelas coisas parvas, que nem baixinho dizemos sozinhas.

Saem-me borboletas pela boca … E  apesar de todas as preocupações que me acompanham, da tristeza que espreita entre os dias e dos vários fins que conheci, encontro naqueles  braços um dia de praia, um refúgio, uma luz.


 

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Sep. 20, 2008 No Comments

A felicidade exige valentia.

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Fernando Pessoa – 70º aniversário da sua morte

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Aug. 29, 2008 1 Comment

Vejo na sombra do quarto o meu cabelo desalinhado, os meus pés caídos para fora da cama…calor…muito calor. Não sei se é o meu corpo que vejo ou a minha alma naquele reflexo. Mas ele ri-se, o meu corpo ri-se cansado. Cansado do que já viveu e do que ainda lhe falta viver. Cansado de querer adivinhar o futuro e de andar espalhado. 

Espalhado pela cama, espalhado pelos pensamentos, corpo e pensamento distantes. E é pegar neles um a um e ver que história contam, o que conta a minha mão, este fio de cabelo solto, este pé, este dedo, o  que conta este pensamento cheio de azul e o outro lilás. E é pegar neles um a um e colar com a minha saliva, colar com o meu suor, colar com os meus suspiros e risos.

E é voltar a sentir o meu corpo vivo, junto a outro.

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Aug. 14, 2008 No Comments

Sinto-me como um grão de areia. A maré pode-me arrastar ou o vento pode-me levar.
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